Não, não é uma cópia da música dos Strokes; É como se fosse o começo do post.
A vida é triste. É depressiva. Assim como não há escuridão sem luz, não há vida sem morte. É um ciclo, vicioso, onde almas, pensamentos, idéias e fluídos animam corpos que mais tarde farão parte de outros. (Decomposição e ciclo da matéria). Mas, o importante (ou não) é o que acontece entre a vida e a morte.
A vida é depressiva pois, indubitavelmente, você morrerá. Assim que nasceu, está fadado a morrer. Perderá células cerebrais todos os dias, o poder de divisão celular, as batidas de coração. A cada segundo, a cada passo, em cada vez que respiramos, nos aproximaos do túnel sem saída: a morte.
Não importa o que você fez na vida, no final, você morrerá. Não tem graça, razão ou sentido. Não podemos ignorar esse fato que… Tanto faz o que você fez em vida, você vai embora. Pra sempre, talvez. Não vou fazer conjecturas sobre pós-morte; Continuemos com o que podemos ver, sentir e provar – Por hora.
E, já que vamos morrer (e talvez não nos veremos mais) porque não aproveitar cada milésimo de segundo? Um viva para a vida! - e ai me pergunto, se vai morrer, por que fazer isso ou aquilo, mesmo que seja bom ou ruim? – Pois, se estamos aqui – seja por qualquer motivo desconhecido – que façamos valer a pena. Por nós mesmos.
Que nossos dias sejam confortáveis e verdadeiros. Sem falsidade. Sem drama. Sem graça (-Q). Seja como for, seja verdadeiro, seja desbocado, seja educado, mal educado, seja como for, seja você e viva. Não tenha vergonha; Questione. Não siga regras e dogmas ditos incontestáveis. Olhe pra sí, ao seu redor, o contexto no qual está inserido. E seja como for, seja você, sempre. Sempre comemorando a vida. Os amigos, os parentes, os animais de estimações, os sonhos… Você, acima de tudo.
Sai dessa bad, haha.